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09 novembro, 2009

Turismo internacional está em recuperação

Relatório da Organização Mundial do Turismo - OMT revela que a crise econômica global associada a temores sobre o vírus A (H1N1) colaboraram para desempenho ruim do começo do ano; a previsão é de queda de 5% nas viagens internacionais em 2009. Mesmo assim, o turismo internacional está retomando o fôlego, de acordo com relatório. A agência da ONU revela que as chegadas internacionais caíram 7% entre janeiro e agosto mas que os meses de julho e agosto sozinhos registraram queda de apenas 3%. Esses dados apontam tendência de recuperação, junto com índices sobre a confiança no setor coletados com mais de 300 especialistas, cujas perspectivas negativas diminuíram nos últimos 4 meses. Apesar do cenário otimista, os ganhos do mercado de turismo foram os que mais sofreram, com queda de cerca de 10% nas receitas dos primeiros seis meses de 2009. Os piores resultados ocorreram na Europa e no Oriente Médio, com queda de 8%. O melhor quadro ficou com a América do Sul, com declínio de 1%. "Até o momento os dados que nós temos indicam que a América do Sul tem tido um comportamento bastante positivo. Aliás, não é desse ano, é um comportamento que esses destinos vem tendo nos últimos anos, como a Argentina e o Brasil, que tem estado bastante desenvolvidos", afirmou Sandra Carvão, vice-secretária-geral da OMT. LEIA MAIS

Turismo interno do Brasil cresce 83%: O número de brasileiros que fez ao menos uma viagem pelo país cresceu 83% em relação ao último estudo sobre o assunto, realizado em 2007. Dos 2.514 entrevistados pela pesquisa Hábitos de Consumo do Turismo Brasileiro 2009, 58,8% viajaram entre 2007 e 2009. Na última pesquisa, esse percentual correspondia a 32%.

07 outubro, 2009

Queda de 50% nas exportações de países pobres

As receitas de exportação dos países mais pobres do mundo sofreram um declínio de cerca de 50% nos primeiros seis meses de 2009. O dados são do Centro para o Comércio Internacional, isto prova que os países em desenvolvimento são os que mais sofrem com a crise econômica mundial. O estudo afirma que as receitas de exportação dos países ricos caíram 32%. Em termos absolutos, a maior queda foi registrada na África Subsaariana que viu as suas exportações para os principais mercados do mundo sofrer um declínio de 48,6%, comparado ao primeiro semestre de 2008. A diretora-executiva do órgão, Patricia Francis, disse que estes dados destacam o impacto dramático e devastador que a recessão global tem nas economias dos países pobres e nas suas populações. O economista da Divisão África da Conferência da ONU para o Comércio e Desenvolvimento, Unctad, Rolf Traeger, disse à Rádio ONU, de Genebra, que a diversificação da economia brasileira ajuda o país a resistir à crise. "O Brasil exporta tanto produtos básicos não processados como minério de ferro, café, etc, como produtos manufaturados. Então, o impacto da crise mundial no Brasil não foi tão grave quanto sobre os países mais pobres pelo fato do Brasil ter um estrutura de produção e de exportações mais diversificada do que os países menos avançados", afirmou. O comunicado indica que as esperanças de que economias emergentes, como o Brasil e a China, iriam absorver algumas das exportações de países pobres, não foram concretizadas. Leia mais

31 julho, 2009

Hugo Chaves domina Judiciário da Venezuela

O relator especial da ONU sobre independência de juízes e advogados, Leandro Despouy, afirmou que a situação da justiça na Venezuela é motivo de preocupação. Segundo ele, o setor continua sendo marcado por casos de juízes e defensores públicos que estariam sendo sujeitos à pressão e interferência políticas. Para o relator, o problema afeta a independência dos profissionais.
Numa nota, emitida nesta quinta-feira (30/07), Despouy mencionou a remoção da juíza interina, Alicia Torres, dois dias depois dela ter denunciado que estava sendo vítima de assédio ao emitir uma sentença contra proprietários de uma empresa de comunicação. Para ele, a Venezuela não estaria executando uma decisão da Corte Interamericana de Direitos Humanos que determina que juízes interinos devem desfrutar dos mesmos níveis de estabilidade que magistrados efetivados. O presidente da Venezuela Hugo Chaves "declarou guerra" contra veículos de comunicação que fazem críticas ao seu governo.

23 julho, 2009

Brasil é o 4° país que mais atrai investidores

País ultrapassa Rússia e fica atrás apenas de China, Estados Unidos e Índia na lista dos mais atraentes para investimento externo, diz UNCTAD. Apesar da recessão, multinacionais têm interesse no crescente mercado consumidor brasileiro, concluiu relatório da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento, Unctad.
"O fator que está contribuindo mais para que a economia do Brasil não decline tem sido exatamente o consumo das famílias e do governo", explicou Rubens Ricupero, ex-secretário-geral da Unctad. O relatório da Unctad revela que a mão-de-obra barata é um dos fatores-chave na hora de investir no exterior.