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14 maio, 2009

PSDB vai de Cid. Nem tucano duvida

Fábio Campos escreveu hoje (14/05) na coluna Política do Jornal O Povo:

A Coluna conversou ontem com dois tucanos. Gente que teve peso na estrutura de poder dos tempos em que Tasso Jereissati era o dono da caneta. Atentem para algumas frases pinçadas. A primeira e mais sugestiva do que virá: “Em 2010, o PSDB só não apoia Cid se o Cid não quiser”. Outra: “As bases, os prefeitos, os deputados querem apoiar a reeleição do governador. Não tem como fugir disso. Não tem como a cúpula mudar isso”. Mais uma: “A turma, e não é só o PSDB, gosta mesmo é de Governo e o partido não tem disposição de remar contra a maré”. Como Cid Gomes (PSB) não é do tipo que renega apoios, podemos aguardar o grande e gracioso palanque de 2010 juntando petistas, tucanos e outros naipes. Mas um desavisado pode argumentar o seguinte: “o PT não aceita subir no palanque com Tasso”. É mesmo? Ora, o PT e o PSDB já estão bem juntinhos no mesmo Governo. Não precisa se aliar não. O PSDB pode (e deve) apoiar Cid sem compor formalmente a aliança.

Em Tempo: Se o PSDB do Ceará for para o palanque do governador Cid Gomes, o palanque do presidenciável José Serra estará quase órfão no Ceará. Só restam DEM e PPS. Até porque PR deve ir para os braços de Dilma Roussef.

09 março, 2009

Ciro: "tô ficando é velho e não doido!"

Do blog do Eliomar

"Como diria a negrada da Praça do Ferreira, tô ficando é velho e não doido!", afirmou, nesta segunda-feira, o deputado federal Ciro Gomes (PSB), ao ser indagado se endossaria uma aproximação do PSB com o pré-candidato a presidente da República pelo PSDB em 2010, o governador de São Paulo José Serra. Para ele, esse tipo de informação é "fruto da indústria do fuxico" tocada pela imprensa sulista. Ciro confirmou que não vai disputar cadeira de deputado federal em 2010 e que não pensa em se aposentar da política: "Aposentar jamais. Tenho 51 anos e vou continuar trabalhando pelo Ceará. O que eu não aceito é ser deputado federal. A mecânica de lá me tira a paciência. Horas de discurso e não se produz nada." Ele também culpou a aliança PMDB-PT pelos entraves do Congresso.