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10 março, 2009

Vergonha no Senado

Da Folha de São Paulo

O Senado pagou pelo menos R$ 6,2 milhões em horas extras para 3.883 funcionários em janeiro, mês em que a Casa estava em recesso e quando não houve sessões, reuniões e nenhuma atividade parlamentar, informa a reportagem.
A autorização do pagamento foi feita pelo senador Efraim Morais (DEM-PB) três dias antes dele deixar o comando da primeira-secretaria, órgão da Mesa Diretora responsável pela gestão administrativa.
Presidente do Senado até janeiro, quando foi dada a ordem para o pagamento das horas extras, o senador Garibaldi Alves (PMDB-RN) disse que não foi consultado sobre a medida e que iria tomar satisfação do senador Efraim Morais (DEM-PB). "Eu não estava sabendo. Realmente não sei como justificar isso", afirmou.
Para o senador Tião Viana (PT-AC), primeiro vice-presidente da Casa até janeiro, o que ocorreu "é muito grave". Ele disse que irá averiguar se os funcionários do seu gabinete pessoal foram beneficiados para tomar providências.
"Isso não poderia ter ocorrido porque não houve trabalho extra em janeiro e não poderia ter havido pagamento", afirmou. LEIA MAIS (disponível apenas para assinantes do UOL e do jornal).

06 março, 2009

Collor não perde tempo e já se articula com Dilma

Do Politica para Políticos

O senador Fernando Collor de Mello começou, ontem mesmo, as articulações para formular uma agenda propositiva, como ele mesmo define, aos trabalhos da Comissão de Infra-estrutura, que agora preside. Ele acertou com o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, uma reunião para a próxima semana. E também estreitando os contatos falou por telefone com a ministra-chefe da Casa Civil da Presidência da República, Dilma Rousseff, com o mesmo objetivo. Ficou acertado um encontro para tratar das propostas em foco. LEIA MAIS

Tasso: Política não tem fila. É acordo ou voto

Do jornal Estado de São Paulo

O senador tucano Tasso Jereissati (CE) avalia que seu partido não terá saída e deverá realizar prévias para a escolha do candidato do PSDB que concorrerá à Presidência em 2010. Isso ser for mantida a atual conjuntura, com dois pré-candidatos da legenda postulantes à disputa: os governadores de São Paulo, José Serra, e de Minas, Aécio Neves.

"Se não tiver acordo, não temos saída, a não ser promover as prévias. Elas são absolutamente necessárias e fundamentais. Eu digo com a experiência de quem já participou de outros processos de escolha para a Presidência da República, sem que fossem mais abertos e participativos. E digo: não dá certo", declarou o senador ao Estado. Em 2002, Tasso era pré-candidato à disputa pelo Planalto, mas foi Serra quem ficou com a indicação. Ele se manteve distante da campanha e foi acusado por tucanos de atuar em favor de Ciro Gomes, adversário de Serra. LEIA MAIS

EM TEMPO. Tasso é capa da Revista Fale! de fevereiro, em uma entrevista exclusiva.