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10 dezembro, 2009

Prefeitura promete pagar atrasados, mas paralisação segue

Após a manifestação de ontem (09/12), em frente ao gabinete da prefeita Luizianne Lins (PT), e a reunião com o Ouvidor Geral do Município, Francisco das Chagas Nascimento Araújo, os residentes multiprofissionais de Saúde da Família e Comunidade, decidiram, em assembleia, manter a paralisação de suas atividades.
Apesar de a categoria enxergar avanços na negociação e de ter recebido a indicação do pagamento dos vencimentos atrasados para amanhã (11/12), outros pontos da pauta de reivindicações vão ser debatidos em reunião com os órgãos de saúde do município, marcada para o próximo dia 21. Essa data pode sofrer alteração, no que depender da categoria que acredita não poder retomar as atividades antes de discutir com os gestores municipais sobre o atendimento dos outros pontos da pauta, tais como, a oficialização do vínculo dos residentes junto à prefeitura, o esclarecimento das razões e dos aspectos legais da tributação da bolsa dos residentes, o recebimento de comprovante de pagamento das tributações já descontadas, entre outras.
O Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Família e Comunidade iniciou-se no dia 1º de junho deste ano e tem por objetivo fortalecer o Sistema Único de Saúde - SUS, por meio da capacitação de psicólogos, terapeutas ocupacionais, médicos veterinários, enfermeiros, dentistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, nutricionistas, assistentes sociais, educadores físicos e farmacêuticos para atuarem na atenção básica à saúde do município.
Mas desde o início do programa o que a categoria encontrou foi um cenário de bolsas com valor inferior ao previsto em lei, atrasos salariais constantes, falta de equipamentos e materiais para atuação profissional, além de deficiência na estrutura formativa desses profissionais (salas de aula, salas de reunião, bibliotecas, etc).

14 setembro, 2009

Pior impossível

Do Jornal Diário do Nordeste

"Fortaleza está entre as piores capitais brasileiras para se viver. Pelo menos é o que mostra a pesquisa feita pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, que aponta a Capital cearense como uma das menores em desenvolvimento municipal, ao considerar dados relacionados à saúde, educação e emprego e renda." A pequisa FIRJAN utilizou-se de dados oficias dos ministérios da Saúde, Educação e Trabalho. Em educação Fortaleza teve seu pior desempenho e ficou abaixo da média nacional também no quesito saúde. Outros problemas como "saneamento básico, habitação, segurança, lazer e desporto, transporte urbano ou trânsito" não foram pesquisados o que leva a crer que o resultado da capital cearense poderia ter sido muito pior. Nenhum município cearense ficou entre os 500 primeiro colocados no ranking, Fortaleza é 587ª posição. Leia mais

22 abril, 2009

O "bom negócio" do Hospital Metropolitano

O deputado Heitor Férrer (PDT) está propondo a realização de uma audiência pública para discutir a compra, pelo Governo do Ceará, de um hospital pertencente ao grupo Boghos Boyadjian, lá funcionará o Hospital Metropolitano. Segundo ele, após um pronunciamento de sua autoria feita na semana passada, no qual ele defendeu que a compra poderia ser um bom negócio para o Estado, muitos médicos e diretores de outros hospitais ligaram para questionar a posição.
Diante disso, Heitor disse que está propondo ao presidente da Comissão de Seguridade Social e Saúde, deputado Antônio Granja, para que seja realizada uma audiência o mais breve possível. Segundo o deputado, outros hospitais gostariam de apresentar propostas ao Governo e o debate serviria para discutir qual seria a melhor solução.