Mostrando postagens com marcador Crise Econômica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Crise Econômica. Mostrar todas as postagens

05 novembro, 2009

China sustenta recuperação da economia asiática

O Banco Mundial divulgou uma previsão de crescimento de quase 8,5% no PIB da China em 2009 e de 6,7% em toda a Ásia Oriental e Pacífico. Mas, sem a China o crescimento previsto para a região este ano seria de apenas 1%. A rápida recuperação econômica da Ásia Oriental e do Pacífico tem sido surpreendente, porém, se a China não estivesse na mesma área o quadro seria bem diferente. De acordo com avaliação semestral que o feita pelo Banco, os pacotes fiscais de estímulo tem contribuído para a retomada, liderados por China e Coréia. Além disso, de acordo com o Banco Mundial, as empresas asiáticas se ajustaram para a queda na demanda, com impacto diferente em vários países. Algumas cortaram horas, eliminaram turnos, dispensaram trabalhadores temporários e abaixaram salários, ações que agora estão sendo revertidas. Países que exportam bens duráveis, componentes eletrônicos e material bruto para a China tem sido os maiores beneficiários da forte retomada. O cenário futuro é ainda melhor, com expectativa de alta de quase 8% no PIB da região em 2010. LEIA MAIS

30 outubro, 2009

Superavit primário é o pior para meses de setembro da série histórica do BC

Da Agência Brasil

O setor público apresentou deficit primário de R$ 5,763 bilhões, em setembro, segundo relatório divulgado hoje (30) pelo Banco Central (BC).
O resultado primário é a diferença entre as receitas e as despesas e é uma forma de reserva que o governo faz honrar seus compromissos financeiros, como o pagamento de juros da dívida pública.
Essa foi a primeira vez neste ano que é registrado resultado negativo. Foi o pior setembro da série histórica, iniciada em dezembro de 2001. No mesmo mês de 2008, houve superavit primário de R$ 6,618 bilhões.
O resultado foi influenciado pelo deficit primário do Governo Central, formado pelo Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência, que chegou a R$ 8,020 bilhões, o pior resultado da série iniciada em 1991.
Só o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) teve resultado negativo de R$ 9,173 bilhões. O Banco Central teve deficit de R$ 62 milhões e o Tesouro registrou superavit primário de R$ 1,215 bilhão.
Em setembro, os governos regionais (estaduais e municipais) tiveram superavit primário de R$ 1,722 bilhão e as empresas estatais tiveram, de R$ 535 milhões.
O pagamento de juros chegou a R$ 16,664 bilhões, o pior resultado para meses de setembro da série iniciada em dezembro de 2001. Em relação a agosto deste ano, houve elevação de R$ 3,5 bilhões.
“Contribuiu para essa elevação o efeito da valorização cambial no mês sobre ativos internos atrelados ao dólar”, informa o BC. Em setembro de 2008, o pagamento de juros foi bem menor - R$ 6,051 bilhões
Ao serem incluídos os gastos com juros, tem-se o resultado nominal. Em setembro deste ano, foi registrado deficit nominal de R$ 22,427 bilhões, contra superavit nominal de R$ 567 milhões registrados no mesmo mês de 2008.
No acumulado de janeiro a setembro, o resultado fiscal está positivo. O superavit primário chegou a R$ 37,714 bilhões, o que corresponde a 1,70% do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Nos 12 meses fechados em setembro, o superavit primário é de 1,17% do PIB ou R$ 34,662 bilhões, o pior resultado da série iniciada em dezembro de 2001. A meta do governo para o superavit primário neste ano é de 2,5% do PIB, com a possibilidade de abater 0,94 ponto percentual de gasto com investimento.
O governo central apresenta superavit primário de R$ 18,518 bilhões, de janeiro a setembro. Os governos regionais (R$ 18,942 bilhões) e as empresas estatais (R$ 253 milhões) também apresentaram resultado positivo.
Nos nove meses do ano, o pagamento de juros somou R$ 124,973 bilhões, ante R$ 126,545 bilhões registrados no mesmo período de 2008. O deficit nominal em R$ 87,260 bilhões, valor bem maior do que o registrado em igual período do ano passado: R$ 17,073 bilhões.

07 outubro, 2009

Queda de 50% nas exportações de países pobres

As receitas de exportação dos países mais pobres do mundo sofreram um declínio de cerca de 50% nos primeiros seis meses de 2009. O dados são do Centro para o Comércio Internacional, isto prova que os países em desenvolvimento são os que mais sofrem com a crise econômica mundial. O estudo afirma que as receitas de exportação dos países ricos caíram 32%. Em termos absolutos, a maior queda foi registrada na África Subsaariana que viu as suas exportações para os principais mercados do mundo sofrer um declínio de 48,6%, comparado ao primeiro semestre de 2008. A diretora-executiva do órgão, Patricia Francis, disse que estes dados destacam o impacto dramático e devastador que a recessão global tem nas economias dos países pobres e nas suas populações. O economista da Divisão África da Conferência da ONU para o Comércio e Desenvolvimento, Unctad, Rolf Traeger, disse à Rádio ONU, de Genebra, que a diversificação da economia brasileira ajuda o país a resistir à crise. "O Brasil exporta tanto produtos básicos não processados como minério de ferro, café, etc, como produtos manufaturados. Então, o impacto da crise mundial no Brasil não foi tão grave quanto sobre os países mais pobres pelo fato do Brasil ter um estrutura de produção e de exportações mais diversificada do que os países menos avançados", afirmou. O comunicado indica que as esperanças de que economias emergentes, como o Brasil e a China, iriam absorver algumas das exportações de países pobres, não foram concretizadas. Leia mais

30 julho, 2009

Mapa da recessão global



"Nós começamos a ver o fim da recessão", apesar do otimista do Presidente dos EUA Barack Obama, a economia mundial ainda vive a pior recessão global desde a depressão de 1929. Segundo levantamento do site Economy.com, toda a América do Norte está em recessão. Na Europa só Noruega, Eslovénia e Eslováquia têm evitado um destino semelhante, embora a site considere que estes países estão à beira de uma recessão. Emergentes da Ásia parecem imunes, embora as pequenas economias de exportação, lideradas por Cingapura e Hong Kong estejam encolhendo, assim como Malásia e Tailândia. Mesmo os BRIC's - Brasil, Rússia, Índia e China -, estão aos poucos diminuído, com as maiores retrações para Brasil e Rússia, afirma o levantamento. Pelo menos a China e a Índia estão crescendo - o último a um ritmo que causa preocupação com o sobreaquecimento da economia. Dados para a África são incompletos, mas a maior economia do continente, a África do Sul, está em recessão. O FMI espera que PIB mundial encolha 1,4% este ano.

23 julho, 2009

Brasil é o 4° país que mais atrai investidores

País ultrapassa Rússia e fica atrás apenas de China, Estados Unidos e Índia na lista dos mais atraentes para investimento externo, diz UNCTAD. Apesar da recessão, multinacionais têm interesse no crescente mercado consumidor brasileiro, concluiu relatório da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento, Unctad.
"O fator que está contribuindo mais para que a economia do Brasil não decline tem sido exatamente o consumo das famílias e do governo", explicou Rubens Ricupero, ex-secretário-geral da Unctad. O relatório da Unctad revela que a mão-de-obra barata é um dos fatores-chave na hora de investir no exterior.

07 maio, 2009

Indústria cearense volta a crescer

Indústria avança em 8 de 14 regiões pesquisadas em março, diz IBGE. Os destaques positivos foram percebidos no Rio de Janeiro (5,1%), em Pernambuco (5,1%) e Minas Gerais (3,4%). As maiores baixas foram sentidas no Espírito Santo (-4,2%), no Paraná (-2,3%) e em Goiás (-1,1%).
O setor industrial do estado de São Paulo também registrou alta, de 1%, entre fevereiro e março. Pará e Ceará, com ganho de 1,5%, também tiveram ganhos, enquanto Amazonas e Bahia tiveram desempenho estável. Já o Rio Grande do Sul engrossou o lado das perdas, com recuo de 0,9% no período.

Em Tempo: O resultado é animador, principalmente se analisarmos que as principais medidas contra a crise adotadas pelo governo federal, beneficiaram o setor da indústria de transformação com base no aço, segmento não muito desenvolvido da indústria cearense.